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sábado, 26 de maio de 2012

O que é e como funciona o Wi-Fi?



Apesar de o termo Wi-Fi ser uma marca registrada pela Wi-Fi Alliance, a expressão hoje se tornou um sinônimo para a tecnologia IEEE 802.11, que permite a conexão entre diversos dispositivos sem fio. Amplamente utilizado na atualidade, a origem do termo, diferente do que muito acreditam, não tem um significado específico.

A expressão Wi-Fi surgiu como uma alusão à expressão High Fidelity (Hi-Fi), utilizada pela indústria fonográfica na década de 50. Assim, a o termo Wi-Fi nada mais é do que a contração das palavras Wireless Fidelity, algo que se traduzido não representa muito bem a tecnologia em questão.

Afinal, como o Wi-Fi funciona?

As redes Wi-Fi funcionam por meio de ondas de rádio. Elas são transmitidas por meio de um adaptador, o chamado “roteador”, que recebe os sinais, decodifica e os emite a partir de uma antena. Para que um computador ou dispositivo tenha acesso a esses sinais, é preciso que ele esteja dentro um determinado raio de ação, conhecido como hotspot.

(Fonte da Imagem: Divulgação D-Link)
O raio de ação de uma rede Wi-Fi é variável, de acordo com o roteador e a antena utilizada. Essa distância pode variar de 100 metros, em ambientes internos, a até 300 metros, em ambientes externos. O mesmo tráfego de dados ocorre no sentido oposto estabelecendo, assim, a comunicação entre os dispositivos.

Amplamente difundido no mercado, o Wi-Fi hoje busca novos padrões de forma a alcançar velocidades cada vez mais altas na transferência de dados. O Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos trabalha em um novo padrão que permitiria o envio de dados a velocidades de até 22 Mbps, atingindo distâncias de até 100 quilômetros.

Microsoft pede exclusão de links do Google, mas não faz a mesma limpeza no Bing...


Microsoft lidera o ranking de pedidos! (Fonte da Imagem: Reprodução Google Corporation)
A Google excluí milhares de resultados de pesquisas todos os meses, tanto para combater vírus e links maliciosos, como também para atender alguns pedidos de grandes empresas que buscam lutar contra a pirataria dos seus conteúdos.

Como o Blog do Gian noticiou dias atrás no Twitter, a companhia divulgou recentemente o seu “Tranparency Report”, um relatório que mostra dados sobre essas exclusões e que traz um apanhado geral sobre esse trabalho realizado pela Google.

E entre todas as informações disponibilizadas, chamou a atenção o fato de que a Microsoft realizou um pedido para que a empresa retirasse mais de dois milhões e meio de resultados. Estes trariam links com conteúdos que infringiam os seus direitos.

Com base no pedido, o site Techdirt resolveu realizar uma simples checagem e identificou que os mesmos resultados considerados ilegais pela Microsoft quando as pesquisas eram realizadas pelo Google ainda podiam ser encontradas por meio do Bing – buscador mantido pela empresa.

Isso, de acordo com a reportagem, pode significar duas coisas: ou a Microsoft lançou mão do artifício simplesmente para “incomodar” o mecanismo de busca da Google ou, então, a companhia não conta com a mesma competência da rival para eliminar conteúdos ilegais. O fato é que nenhuma das duas pega bem para a Microsoft.

Caso Megaupload: Kim Dotcom chora no julgamento e pede os arquivos do Megaupload de volta...


(Fonte da Imagem: Reprodução Sarah Ivey)
O julgamento de Kim Dotcom, milionário por trás do Megaupload, está em andamento e cheio de acontecimentos curiosos. A defesa do empresário, por exemplo, incluiu argumentos de que ele teria sido “arrancado de sua família” durante a prisão e até lágrimas, quando o acusado pediu de volta seus computadores e discos rígidos, que poderiam conter provas a seu favor.

Os 135 equipamentos que pertencem a Dotcom estão em posse da Justiça da Nova Zelândia há alguns meses, mas cópias dos arquivos foram enviadas aos Estados Unidos, onde ocorre o julgamento. Como isso ocorreu sem o consentimento dos advogados de defesa (e como eles foram duplicados, não transportados nos dispositivos originais), ele agora exige a devolução dos aparelhos –  mas teve o pedido negado pelo juiz.

Outro ponto da defesa fala que a polícia local abusou da autoridade durante o processo, e que os direitos de Dotcom foram ignorados. Em agosto, o destino de Dotcom será avaliado em uma nova audiência, que determina se ele será enviado aos Estados Unidos para acompanhar o veredicto do caso, que já dura cinco meses.